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   Subestimar, diminuir o inimigo serve somente como tática para destruir a imagem pública desse. Mas subestimar o inimigo verdadeiramente vai de encontro com um dos princípios da arte da guerra, de que é preciso conhecê-lo.  Portanto, irei colocar em consideração alguns elementos que rodeiam, e participam da atividade do movimento comunista no continente: 

 1. O contingente humano de diferentes culturas, e a reunião das melhores cabeças da esquerda no foro de São Paulo, considerando esse elemento isoladamente, já se trata de um colosso cognitivo, imagine o foro de São Paulo como múltiplos processadores interagindo para montar uma estratégia continental.

  2. Esses múltiplos processadores tem sua capacidade expandida por séculos de cultura marxista e histórica sobre revoluções e suas características comuns, as forças psicossociais envolvidas que as precipitaram, etc.

 3. A cultura marxista tem como preocupação principal estudar o ambiente de atuação e criar meios insidiosos, explícitos, psicossociais, paramilitares... para pôr em funcionamento eficiente processos revolucionários; somando-se a isso a contribuição de gênios estratégicos pragmáticos na tomada e manutenção do poder, como Lenin.

  4. Os movimentos de esquerda são financiados tanto pelos globalistas, como também recebem apoio tático e financeiro do Partido Comunista da China( veja o post A assustadora colaboração da China).

5. Os países comunistas tem poder político e financeiro concentrado em um só grupo, o que durante a guerra-fria lhes propiciou uma amplitude de ação superior à dos países capitalistas. Para se ter uma idéia do controle de recursos humanos e financeiros nas mãos de um país comunista, basta ver as cidades fantasmas da China, eles podem construir a estrutura de uma metrópole sem depender necessariamente de um retorno de tal empreendimento:

         

  Então durante a guerra-fria , eles puderam captar e controlar recursos humanos e financeiros e direcioná-los para um plano de dominação mundial, puderam avaliar a eficiência de suas atividades e assim construir um legado, uma ciência empírica com o objetivo de subjugar e controlar nações ( Yuri Bezmenov, um ex-agente da KGB dá uma amostra dessa atividade nesse sentido).   


6. Para tratar desse último elemento a se considerar, deixo as palavras do Olavo de Carvalho contidas no Jardim das Aflições:
"...Quando se escrever, porém, com suficiente visão de conjunto a história da pesquisa e do uso das técnicas de manipulação da mente no século XX, então se verá que nenhum outro fenômeno o define e o singulariza tão bem quanto esse. Mais que o século das ideologias, mais que o século da física atômica, mais que o século da informática, este foi o século da escravização mental."

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