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Delcídio disse ainda, em outro depoimento, que propina da obra da usina de Belo Monte, no Pará, foi direcionada para a campanha de Dilma em 2010. O senador fala também da atuação da presidente para a nomeação de Nestor Cerveró para a BR Distribuidora, mas não avança em detalhes sobre como ela teria se portado em relação à compra da refinaria de Pasadena.

O senador contou sobre os detalhes da nomeação de Navarro em seu primeiro depoimento de delação no dia 11 de fevereiro. Ele falou por 1 hora e 22 minutos, no Ministério Público Militar, que fica a 1,5 quilômetros do Palácio do Planalto. Logo no início, Delcídio afirmou que o objetivo do governo era soltar as pessoas presas na Lava-Jato, principalmente os financiadores de campanha.

“Que o principal objetivo do Planalto era a soltura destas pessoas presas, em razão da importância delas no cenário politico e empresarial”, registra trecho do depoimento.

O ex-líder do governo afirma que tratou do tema com Dilma no dia 18 de julho em conversa pessoal entre os dois no jardim que fica na parte de trás do Palácio da Alvorada. Segundo Delcídio, “era um dia bonito de sol”. Ele disse que sentiu Dilma em dúvida sobre a nomeação de Navarro e se ofereceu para conversar com o candidato a ministro sobre o “compromisso”. A presidente, então, deu o “sinal verde”.



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