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 Comunistas mentirosos


"Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: "quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre."
  
   Já relatei o que eu fazia como militante*(ler texto no link abaixo). Quase nada. A minha verdadeira ação revolucionária foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE DURANTE QUASE 40 ANOS!*.

   Na verdade, a pior coisa que podia nos acontecer naqueles "anos de chumbo" era não ser preso(sic). Como assim todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo  que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons.

  
   Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saíamos com a aura de hérois e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira?  Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha nos ensinado o que fazer. "
  
   Na entrevista sobre o seu livro, A verdade sufocada, o coronel Brilhante Ustra narrou o tratamento às presas que se encontravam grávidas, uma das moças- terrorista, presa por envolvimento em treinamento com bombas - chegou a fazer uma certa amizade com a mulher do coronel; quando teve o bebê, o próprio coronel fez uma lista e pagou o enxoval; mantinha as moças grávidas juntas, e em celas especiais para que o ambiente pudesse ser o melhor possível. No final da narrativa o coronel conclui: todas essas moças me acusaram de torturador quando saíram da prisão. Outro ponto importante da entrevista é a afirmação do Coronel: "todos os inimigos foram mortos em combate!"
     

 Jeans Wyllys e o genocídio cubano

    Por outro lado, o ídolo do Jean Wyllys e dos idiotas úteis, Ernesto Che Guevara, executou uma mulher grávida de seis meses, por esconder camponeses que se opuseram ao confisco de suas terras e produção agrícola empreendidos pelo estado.
  
    Em entrevistas de seus companheiros de guerrilha, encontra-se também o seguinte relato: havia a suspeita de que um homem era um informante; enquanto os seus companheiros discutiam a veracidade da suspeita, Che tomou a dianteira, e deu-lhe um tiro na cabeça, dizendo em seguida que em caso de dúvida, era o que devia ser feito. 
     
     Em artigo, Olavo de Carvalho cita o livro negro do comunismo cubano:
 
   "Fuzilados: 5.621. Assassinados extrajudicialmente: 1.163. Presos políticos mortos no cárcere por maus tratos, falta de assistência médica ou causas naturais: 1.081. Guerrilheiros anticastristas mortos em combate: 1.258. Soldados cubanos mortos em missões no exterior: 14.160. Mortos ou desaparecidos em tentativas de fuga do país: 77.824. Civis mortos em ataques químicos em Mavinga, Angola: 5.000. Guerrilheiros da Unita mortos em combate contra tropas cubanas: 9.380. Total: 115.127 (não inclui mortes causadas por atividades subversivas no exterior).
    
    A ditadura militar brasileira, segundo fontes esquerdistas, matou trezentas pessoas. Fulgêncio Batista, três mil. Pinochet, três mil. Some tudo, multiplique por vinte e obterá a medida aproximada dos elevados ideais humanitários do regime cubano".

    Burros de tão fanáticos ou fanáticos de tão burros?


    Jacob Gorender em seu livro, combate nas trevas, conta como a esquerda depois do "golpe de 64", concluiu com unanimidade que a luta armada era o único caminho. E eram movidos por uma mentalidade tão fanática que acreditavam na teoria do foco, que não passava de propaganda e mito da revolução cubana: é dito por Che Guevara, que seu pequeno grupo guerrilheiro conseguiu tomar a ilha, provocando "o levantamento" das massas, quando na verdade seu grupo apenas se apropriou da campanha nacional contra a ditadura de Fulgêncio Batista, para depois trair a população e implantar o comunismo e uma ditadura quarenta vezes mais sangrenta. O que esses guerrilheiros brasileiros no fundo estavam querendo fazer aqui era imitar o seu ídolo, e o resultado foi desastroso, por ironia a mentira cubana lhes trouxe a morte.
  
  "A luta guerrilheira cubana ficaria indefinidamente confinada ou seria esmagada, se já não encontrasse a campanha nacional à qual a guerrilha se associou e da qual terminou ganhando a direção. Esta campanha nacional contra a ditadura de Batista, de que participavam o Movimento 26 de julho chefiado pelo próprio Fidel Castro e por Frank País, o diretório Revolucionário, o Partido Comunista, sindicatos operários e mesmo correntes políticas burguesas, é que reduziu consideravelmente a eficiência do Exército de Batista e forneceu aos guerrilheiros elementos materiais e morais para as suas façanhas. " (Jacob Gorender, Combate nas trevas)
     

             Conclusão:

   Dadas as proporções populacionais do nosso país, o coronel Brilhante Ustra salvou milhões de vidas combatendo comunistas desmiolados, idólatras de Che Guevara. É um verdadeiro herói que merece ser homenageado sempre. E o Jean Wyllys é quem realmente merece uma cuspida na cara por homenagear um genocida. E todos que seguem o Jean Wyllys não merecem sequer um "bom dia".         

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