Segundo o jornal, o taxista estava na avenida Antônio Carlos, no bairro Cachoeirinha, quando encontrou o veículo de cor preta. Então, ele acelerou o carro, invadiu a faixa central e freou bruscamente para que o suposto motorista Uber batesse em sua traseira. Acontece que o carro não “era Uber”, mas sim uma viatura do Gabinete Militar do Governador do Estado de Minas Gerais. Dentro da viatura estavam um soldado e um major da Polícia Militar.
Após uma perseguição, os dois carros bateram novamente até outra viatura, do 16° Batalhão da PM, chegar para auxiliar na ocorrência. Os militares encontraram maconha dentro do táxi, de acordo com o Tempo.
O resultado
Como você deve imaginar, não foi uma ideia muito boa do taxista. Tanto que, além de ter a CNH recolhida e o táxi removido por reboque, ele foi autuado por crimes de dano, direção perigosa e posse de substâncias entorpecentes.
Ricardo Faedda, presidente do Sindicato dos Taxistas de BH, repudiou o ocorrido: “Nosso posicionamento é de repúdio. Peço desculpas aos policiais militares por essa atitude. Não é dessa forma que vamos encontrar soluções para combater o transporte clandestino”.
